quarta-feira, 28 de junho de 2017

Niterói é a melhor cidade do estado e a quarta melhor do país para os idosos!





Conseguimos um ótimo resultado na pesquisa sobre qualidade de vida para a terceira idade no país. Nossa cidade é a melhor do Rio de Janeiro e a quarta melhor do Brasil para os idosos viverem e serem felizes. A análise foi realizada pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e pela FGV em 498 localidades com mais de cem mil habitantes. É uma satisfação muito grande ver que Niterói ocupa um lugar de destaque nesse ranking e vamos continuar trabalhando para melhorar cada vez mais!


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Saiba mais sobre o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL) de Niterói

Resultados de Niterói:


Posição no Ranking Agregado dentre as cidades consideradas na pesquisa como "cidade grande": 4 lugar!

IDL de Niterói, em comparação à cidade de melhor ranking e a média das cidades avaliadas.

Comparação por critérios de avaliação.


Saiba mais sobre o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade









terça-feira, 27 de junho de 2017

Torben Grael participa de debate promovido pelo jornal O Globo





O velejador Torben Grael, medalhista olímpico e um dos fundadores do Projeto Grael (Instituto Rumo Náutico), representará a nossa instituição em debate promovido pelo jornal O Globo, com o tema "EDUCAÇÃO PELO ESPORTE".

Além de Torben Grael, também estarão no debate os atletas Ana Moser (Vôlei - Instituto Esporte e Educação) e Flávio Canto (Judô - Instituto Reação).

As três iniciativas são consideradas experiências bem sucedidas de educação e inclusão social através do esporte e têm influenciado políticas públicas e outras ações sociais promovidas por atletas.

O Projeto Grael foi fundado em 1998, beneficia estudantes da rede pública de educação e oferece programas de iniciação esportiva (Vela), cursos profissionalizantes (mecânica Diesel e motor de popa, marcenaria, fibra de vidro, capotaria, eletrônica), além de um programa ambiental voltado para a Baía de Guanabara e para o problema do lixo marinho.

A sede do Projeto Grael é em Jurujuba, Niterói e o programa já beneficiou mais de 16.000 estudantes da rede pública.

Axel Grael












Niterói conquista 1º lugar no RJ em qualidade da gestão pública!






O Índice CFA de Governança Municipal (IGM-CFA) analisa os municípios brasileiros que possuem qualidade da gestão e valorização dos profissionais de Administração. É um orgulho Niterói ter conquistado o melhor lugar no Estado e o 22º no ranking nacional.

Nesse ano, a Prefeitura de Niterói foi aprovada com nota 10 pelo segundo ano consecutivo na Escala Brasil Transparente, realizada pela Controladoria Geral da União (CGU) para medir a transparência pública em estados e municípios.

Além disso, em 2016, o projeto “Niterói Empreendedora - Construindo a melhor cidade para se viver e ser feliz" ganhou o IX Premio Prefeito Empreendedor do Sebrae.

Todos esses prêmios comprovam que estamos no caminho certo para uma gestão cada vez mais transparente e comprometida.

Confira o Ranking de Governança Municipal aqui: https://goo.gl/ikNyT9



Fonte: Prefeitura de Niterói












segunda-feira, 26 de junho de 2017

Prefeitura apresenta ‘Niterói que Queremos’ no Teatro Municipal







O Teatro Municipal de Niterói ficou lotado na noite desta segunda para a apresentação do plano estratégico Niterói que Queremos, apresentado pela Prefeitura de Niterói


Pamella Souza

Prefeito Rodrigo Neves falou sobre 34 medidas que serão implantadas até 2020, ao custo de R$ 1 bilhão

Nos próximos três anos e meio, Niterói receberá investimentos na ordem de R$ 1 bilhão. O recurso é destinado ao novo planejamento estratégico da cidade, através do Plano Niterói Que Queremos. Serão 34 medidas implantadas na gestão 2017-2020, nas mais diversas áreas, que foram apresentadas durante um evento no Teatro Municipal de Niterói, na noite desta segunda-feira (26). Entre os projetos, está a revitalização da Praça Arariboia, urbanização da orla entre a Ponta da Areia e Boa Viagem e ampliar, de 600 para mil, o efetivo da Guarda Municipal.

De acordo com o prefeito Rodrigo Neves, todas as medidas receberão selo de tramitação prioritário, visando a execução o mais breve possível. Ele destacou que os recursos são advindos de diversas parcerias, através da Cooperação Andina de Fomento (CAF).

Cerca de R$ 350 milhões são provenientes de negociações feitas em Washington, durante visita do prefeito, R4 150 milhões em Parcerias Público Privadas, R$ 400 milhões advindos de ajustes fiscais da prefeitura, entre outros. “O Rio de Janeiro está de cabeça para baixo e nossa esperança é que se reverta. Mas, Niterói está de cabeça para cima, recuperando seu orgulho. Os recursos já estão assegurados, e vamos manter a qualidade do gasto público e a transparência. Além do custeio ao longo da gestão, vamos investir esse R$ 1 bilhão para melhorar a qualidade de vida de Niterói”, declarou Rodrigo.

Entre os projetos, está o término da TransOceânica; a implantação do Mercado Modelo da Avenida Feliciano Sodré, no Centro; obras de urbanização nas comunidades do Preventório, Morro do Estado e Vila Ipiranga; Revitalização da orla de Charitas; criação do Parque Orla de Piratininga; obras de contenção de encostas e drenagem, através do plano “Niterói Cidade Resiliente”, municipalização do Caio Martins, entre outros.

Durante a apresentação dos projetos, que contou com todo o secretariado, deputados e vereadores da cidade, empresários e sociedade civil, Rodrigo Neves ressaltou que todas as medidas tiveram a participação da população. “Essa carteira não representa nem 10% de tudo o que a prefeitura faz em todas as regiões da cidade. É parte de um conjunto de serviços que a prefeitura presta. Ouvimos a sociedade para construir essa carteira, não é resultado da decisão apenas do prefeitos”, disse o prefeito, garantindo a execução das medidas até o fim de seu mandato.

Fonte: O Fluminense










Confederação Brasileira de Vela e Marinha assinam acordo de cooperação



Foto cedidas pelo Corpo de Fuzileiros da Marinha do Brasil


Quem é do mar se entende!

Momento histórico para a Vela: assinatura do convênio entre a Marinha do Brasil e a CBVela, com a presença de vários almirantes, dentre os quais o anfitrião, Almirante de Esquadra Alexandre, além do velejador de maior patente da vela brasileira, Torben Grael!

Parabéns ao Cmdte Montes e ao CEO da CBVela, Daniel Santiago, pela costura do acordo ! Mais um passo dado no desenvolvimento da vela nacional e consolidação do nosso esporte . Muito obrigado a Marinha pela confiança e apoio ao nosso esporte !

A CBVela e a Marinha do Brasil celebraram nesta segunda-feira um convênio de suporte logístico, técnico e recursos humanos. A cerimônia foi realizada no Salão Nobre do 1º Distrito Naval, no Rio de Janeiro, com a presença do Almirante Alexandre José Barreto de Mattos, Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais.

Fonte: CBVela








DEFESA CIVIL DE NITERÓI: Você sabe o que é risco estrutural?


Entenda um pouco mais sobre risco estrutural.
Prevenir faz a diferença!






Você sabe o que é risco estrutural?
Assista ao vídeo e saiba mais sobre o assunto e os problemas associados ao risco estrutural.

Fonte: Defesa Civil de Niterói












ENSEADA LIMPA: Praia de Charitas, na Enseada de Jurujuba, atrai evento de pesca esportiva



COMENTÁRIO DO AXEL GRAEL

O jornalista Paulo Roberto Araújo registrou a realização de um evento de pesca esportiva na Praia de Charitas, uma das praias beneficiadas pelo Programa Enseada Limpa, desenvolvido pela Prefeitura de Niterói.

Em 2013, a Prefeitura de Niterói deu início ao programa, com o objetivo de despoluição da Enseada de Jurujuba, recuperando a balneabilidade das praias locais, como São Francisco, Charitas, Preventório e Jurujuba.

Desde então, vários investimentos no aperfeiçoamento da rede de saneamento da bacia hidrográfica e da prevenção da chegada do lixo e do assoreamento dos rios da Enseada tem sido feito, somando-se um investimento de mais de R$ 20 milhões.

Como resultado, temos observado nos dados de monitoramento da balneabilidade das praias que é realizado pelo Instituto Estadual do Ambiente - INEA um grande resultado. Quando iniciamos, em 2013, os pontos de monitoramento apresentavam um resultado muito ruim: as praias praticamente permaneciam sem condições de balneabilidade ao longo de todo ano.

Conforme as metas estabelecidas no planejamento estratégico da Prefeitura de Niterói (Programa Niterói Que Queremos), havia a expectativa que a balneabilidade chegasse a 50% das praias até o final de 2016 e a meta foi alcançada!

Ver o evento de pesca sendo realizado na Praia de Charitas e que a mesma abrigará inclusive o evento estadual nos enche de satisfação, considerando que o grande objetivo do nosso trabalho é a recuperação do ecossistema da Baía de Guanabara.

A piscosidade da praia, comprovada pelos entendidos no assunto, nos mostra que estamos no caminho certo e nos estimula a continuar trabalhando para fazer da Enseada de Jurujuba a primeira parte da Baía de Guanabara a poder ser considerada despoluída.

Vamos em frente!!!

Axel Grael
Secretário Executivo
Prefeitura de Niterói



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Os 50 melhores da pesca esportiva fluminense participam da seletiva para o campeonato nacional, no dia 7 de setembro, em Vitória. Terão outra seletiva dia 9/7 em Charitas. E no mesmo local, no dia 16/7, o campeonato estadual com cerca de 150 competidores federados. Evento da Federação de Pesca e Lançamento do RJ (FEPELERJ).

Paulo Roberto Araújo (Facebook).



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NITERÓI DE BICICLETA: Cicles resistem e voltam à moda






Geovanne Mendes

No prédio construído em 1919, com a fachada precisando de reformas e situado no número 16 da Avenida Sete de Setembro, em Icaraí, está a oficina de bicicletas mais antiga da cidade. Carlos Alberto Guimarães dos Santos, de 53 anos, mais conhecido como o Seu Carlinhos do Cicle, é o comandante deste simples comércio, mas que vem sobrevivendo ao longo dos anos à modernidade e ao descartável, uma forma de viver que vem sendo mudada a cada dia.

Tudo começou há 90 anos com o Seu Antônio, pai do Carlinhos, que há 43 anos faleceu dentro da loja, depois de um mal estar e, desde então, o filho assumiu a responsabilidade e fez do trabalho uma forma de ganhar a vida. Daí nasceu o amor pela restauração de bicicletas antigas.

“Eu sempre estive aqui dentro, me lembro de aos 10 anos de idade, ficar brincando entre as bicicletas enquanto meu pai trabalhava e levava honrosamente o sustento para a nossa família. Desde a sua morte não parei e hoje o que fazemos aqui é a arte da restauração. Recuperamos o que antes poderia ir para o ferro velho ou ainda pior, para o lixo”, comenta.

Hoje, passado todo esse tempo e com uma filha de 22 anos, Carlinhos sente que todo esse trabalho, desenvolvido por anos e passado de pai para filho, terá continuidade no futuro.

“A minha felicidade é que a minha filha, mesmo fazendo faculdade de educação física, está aqui quase sempre, me ajudando a consertar as bikes. A minha sensação é que o sonho do meu pai, a minha paixão, terá continuidade, mesmo eu não estando mais neste mundo”, emociona-se.

O que garante também a continuidade deste tipo de trabalho é o investimento do setor público no aumento de ciclovias na cidade. A conta é simples, quanto mais ciclovias, maior o número de ciclistas e, por conseguinte, maior o número de bicicletas, o que por necessidade mecânica, precisarão de manutenção ou reformas.

Atualmente Niterói conta com 36 quilômetros de malha cicloviária, no entanto, a meta era que esse número chegasse a 60 no fim de 2016, o que não aconteceu. Em contrapartida, a Prefeitura de Niterói alega estar desenvolvendo novos projetos para incentivar a ciclo mobilidade na cidade. Um exemplo? A inauguração em março deste ano do bicicletário ao lado das barcas, no Centro. O espaço funciona de segunda-feira a sábado, das 6h às 22h, conta com 416 vagas e os usuários não pagam nada para estacionar as bikes.

A Avenida Amaral Peixoto, no Centro, tem a ciclo faixa mais conhecida do município e, segundo o Mobilidade Niterói, 160 bicicletas passaram por hora pela via durante o mês passado, número 87% maior do que no mesmo mês de 2016. Em fevereiro, esse aumento foi ainda mais expressivo: 207,5 ciclos/hora, 90% maior que em 2016, o que mostra que vem crescendo o uso da bicicleta na cidade.

De acordo com a Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj), apesar do aumento no número de cliclofaixa nos últimos anos e do aumento da ciclo mobilidade não houve elevação no número de oficinas de bicicletas na cidade. No entanto, houve aumento de cerca de 50% nos serviços realizados pelas atuais oficinas, que têm na revisão técnica e restauração os seus maiores produtos oferecidos ao público que vive sob duas rodas.

“Percebemos que este é um mercado em franco desenvolvimento e com público certo. Para se ter uma ideia, em todo o município houve um aumento de 30 para 230 ciclistas por hora que utilizam o sistema cicloviário”, comenta o presidente da Fecierj, Rodrigo Rocha.

Fonte: A Tribuna




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CIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE: buscando um modelo mais sustentável de turismo na Ásia



Dr. Sukanda Luangon Lewis, an economics professor and Deputy Director of Research at the Institute of Asian Studies at Chulalongkorn University in Thailand, visits a lime tree plot at the Knowledge Center for Increasing the Production Efficiency of Agricultural Commodity Production in northern Thailand. She is learning about successful development projects in Nan, where she will run the project on the development of creative tourism.


Can a multidisciplinary approach to tourism tackle poverty and support sustainable development?

Researchers in Thailand are investigating “creative tourism” as a way to support local economies and protect their land

By Lucy Goodchild van Hilten
June 2, 2017

Editor’s note: This month, we are exploring “how science can build a sustainable future” – revealing opportunities we may not have considered. We open this series in Thailand, where economists, historians and geographers are investigating an unusual approach to “creative tourism” that can benefit local populations as well as tourists.





When Dr. Sukanda Luangon Lewis visited Vietnam to make batik cloth with a local craftswoman, she saw an opportunity to solve a growing problem while also helping communities like this around the world.

Vietnam is one of many countries experiencing economic benefit from a surge in tourism, but also paying a hidden price. Globally, we take about 1.2 billion international trips a year, and tourism contributes an estimated $7.61 trillion to the economy. But in our eagerness to visit more and more remote places, we are changing the once pristine landscapes, putting habitats and biodiversity at risk. At the same time, the people living in the local communities rarely benefit from the tourism, and instead run the risk of losing their livelihoods.


Chulalongkorn University (Credit: Kantapat Phutthamkul)

Upon returning to Thailand, where Dr. Lewis is an economics professor and Deputy Director of Research at the Institute of Asian Studies, Chulalongkorn University, she realized her experience could be an opportunity for “creative tourism” to support sustainable development. So she began to design a research project, using Scopus and SciVal to pinpoint an unmet need, collecting data on the impact of creative tourism and assembling a multidisciplinary research team.

The trouble with tourism

Dr. Lewis was familiar with the urgency of the situation well before she set out on her trip to Vietnam. Every year, people travel to Thailand in droves: there were 32.6 million visitors in 2016, an increase of 72 percent in just five years. The sector provides about 2 million jobs, accounting for 6 percent of the country’s employment last year. But not everyone – or everything – benefits from the prosperity, as Dr. Lewis explained:

"Unrestrained tourism threatens our natural resources. It also has potential harmful effects on the environment, such as natural habitat loss, increased pollution, soil erosion and shortage of water resources. Revenues from tourism go to the rich and middle income people, according to some research, leaving the poor behind and widening the poverty gap".

Dr. Sukanda Luangon Lewis on a trek with Sapa O Chau, a tourism-related social enterprise in Vietnam, where she spent a day making batik cloths with a local woman.


This is certainly true of Thailand; some of the beautiful places Dr. Lewis had visited decades ago have since changed beyond recognition. When she spent a day making batik cloths with a local woman in Sapa, Vietnam, she realized that giving tourists hands-on experiences of living like the locals would put money in the pockets of those who need it, while preserving what is left of the pristine environment.

Making a traditional Vietnamese batik cloth is labor intensive: craftswomen draw the elaborate, meaningful designs on the cloth by hand and then dye the cloth with deep blue pigment from the indigo plant. They draw the characteristic patterns on it using a pen dipped in hot wax. After dying the cloth, they boil away the wax, and the dark blue patterns are left, often on both sides.

The whole process can take several days, yet tourists in Vietnam, Indonesia and many other countries buy the cloth cheaply with little understanding of the process – or the impact on the people making it. After a day of doing the work, Dr. Lewis understood how much effort goes into producing the cloths, and she bought a few pieces of the craftswoman’s batik cloths to show her appreciation. Her experience was formative:

"It’s so, so beautiful in Sapa but it’s possible to do something more fulfilling than just look at the mountains. We can talk to the people, see how they work and earn money, as in the case of the Hmong women. In the village, I saw a Hmong woman doing her laundry with her feet; she may have been old, but she was still working hard. You have to experience this first-hand, then you can appreciate the reality".


Creating connectivity

Dr. Lewis was inspired to take action. She began to investigate research on similar integrative travel experiences in Thailand. Using Scopus to explore the peer-reviewed literature, she discovered an opportunity: many communities were already offering integrative experiences, yet there was very little research being done in this area, and nothing that aimed to have a practical impact on local people.

"We want tourism – it is a way to help people. But how can we really bring the benefit to the poor and how can we conserve the environment? There is a potential solution: what we think of as network tourism – creative, sustainable approaches to tourism, that enable producers and consumers to relate and get value from their connections."

With this potential solution, Dr. Sukanda started to build a multidisciplinary team of experts from Chulalongkorn University to look at tourism from different perspectives. Geographers could first identify the areas that have tourism potential, historians could tell the hidden story of a city or region and engage the local people, and designers from the Faculty of Fine Arts could work with locals to develop fashion and product lines that appeal to international travelers. Having health experts on the team would enable them to provide guidance on using native herbal medicines, and economists could visit the local communities before and after the sub-projects to determine their impact.

With this multidisciplinary team, Dr. Lewis has designed 18 interwoven projects with three main objectives:
  • To use cultural capital and innovations to increase the competitive potential of Thailand’s tourism sector.
  • To encourage the peaceful co-existence of people in multicultural society and enhance better relationships with neighboring countries.
  • To develop creative, sustainable tourism with appropriate management of the environment.

With their different perspectives, the team can explore ways to connect tourists and people in the local community more closely, ensuring the locals benefit directly from the tourism and appreciate the need to preserve the environment.

Engaging the community


Dr. Sukanda Luangon Lewis (third from left) with her team and a local farmer in Nan (right). Other members of her research team (left to right): Dr. Siripen Supakankunti, Faculty of Economics; Dr. Watcharapong Ratisukpimol, Faculty of Economics; Dr. Chanita Duangyiwa, Faculty of Arts; Usa Kotsripetch, the Social Research Institute; Dr. Narumol Arunothai, the Social Research Institute; and Dr. Wasana Wongsurawat, the Faculty of Arts.


Using SciVal, Dr. Lewis could find the people already working in connected areas, but to build a successful proposal, she also needed to talk to people in the local community. One of the projects involves lime farmers in Nan, Thailand, who had founded a social enterprise in their village in 2016 growing and selling limes to MACRO in Bangkok.

Nan is one of the poorest provinces in Thailand. To earn money, some people destroy the forest to produce maize. They use pesticides, and in March and April, they burn their fields, which causes smoke pollution in Chang Mai and other areas. As Dr. Lewis points out:

"You can’t just tell people not to destroy the forest and water resources. They are poor and need a livelihood. If we try to do something in creative tourism, it needs to bring in revenue for people so they have a reason to help protect the environment".


Dr. Lewis led 20 researchers on a field trip to Nan to interview the local people – including a farmer who started a "Farmers’ School" a few years ago to teach school children about the many local varieties of rice – and have a meeting with 50 local people, most of whom were community leaders.

"I really want this project to have an impact. This research is not only for publications; we want to have something else too – something that has an impact on the people. I felt that, in order to write an appropriate proposal, we must engage people in the field and learn from other development organizations".



Dr. Siripen Supakankunti, Dr. Watcharapong Ratisukpimol and Dr. Sukanda Luangon Lewis on a field trip in Nan. Dr. Siripen is the head of the health-related creative tourism sub-project in Nan and Dr. Watcharapong is the member of that team.


Local students will also play an important role in the project: the university has a campus in Nan where 60 undergraduate scholarship students in the School of Agricultural Resources will have an opportunity to get involved in the research.

The field trip revealed a great opportunity for Dr. Lewis and her team to set up and test creative tourism in Nan. The city of Nan is steeped in history, which will be the thesis topic for a PhD student. With knowledge about the city’s many temples and the cooperation of local farmers, it will be possible to provide the information tourists need to set up unique holidays that benefit local people and the environment. In the future, this could even be in the form of an app, as Dr. Lewis explained:

"I’m a tourist and I want to go to Nan. I love temples, but what if I want to do a farmers’ route? I need something more than TripAdvisor – I need to know the details. As researchers, we can do more: we’re choosing some pilot trips and some routes in Nan to test the impact of creative tourism".


Writing proposals for funding

When she wrote the concept papers for this project, Dr. Lewis didn’t know anything about creative tourism. She needed to find out what research had been done and who was working in the area before she started; that’s where SciVal and Scopus were most valuable, as she explained:

"I’m an economist, and my field is banking. But with Scopus I could look at what people are doing, search for tourism, look at Impact Factors and see citations. When I searched for creative tourism in Thailand, only four papers came up, and only one had been cited. This showed me that it is a very new field in Thailand – one where we can make a difference".

In her research role at the university, Dr. Lewis also writes proposals for international research funding. For this, she says, you need to know two things:

"You first need to identify the trend. What is the new thing that not many people know? I used SciVal for this. And second, you need collaborators. How do you find people? You can’t just work with people from Thailand. In our proposal on migration in the agricultural sector in Cambodia, Laos, Myanmar and Thailand, we have researchers from Japan, Switzerland, the Philippines and Thailand. First you look at your own contacts, then you use SciVal to see who’s writing a lot on what you’re interested in".

With inspiration from her experience making batik cloths in Vietnam, and using information analytics tools such as SciVal and Scopus, Dr. Lewis was able to identify a potential solution to the problems of tourism in Thailand that needs more research. And she could set up a multidisciplinary team that worked with local people to develop a meaningful research proposal. With their unique combination of perspectives and knowledge, the team hopes to secure funding so they can gain valuable insights into how creative tourism can make a real and lasting difference to local people.


Fonte: Elsevier